Se 2010 foi o ano da massificação das redes sociais, com o Facebook e o Twitter à cabeça, 2011 será o ano em que as empresas terão que aprender a usá-las. À sua custa, aprenderão que não basta despejar informação publicitária – quando não apenas um feed de notícias do respectivo blog ou homepage – num qualquer perfil ou página e esperar que os potenciais clientes adiram e os sigam cegamente.
Parece que a KLM já fez o trabalho de casa: na sequência da campanha KLM Surprise, tiveram mais de um milhão de reacções apenas no Twitter.